Entrevista com Padre Paulo

Por ocasião dos 24 anos de ordenação do nosso Pároco, Padre Paulo, a PASCOM fez uma entrevista. Esperamos assim que os paroquianos conheçam um pouco melhor nosso pastor.


P. Quantos anos tinha quando sentiu pela primeira vez o chamado para a vocação religiosa?

R. Tinha 13 anos. Foi durante novenário de S. Pedro Apóstolo.


P. Em algum momento como seminarista pensou em desistir do chamado para ser Padre?

R. Dúvidas surgem em todas as vocações e em todo processo de discernimento vocacional. Fazem parte do amadurecimento. Com o passar do tempo vamos percebendo que os dons e chamados de Deus são irrevogáveis. Sempre senti a confirmação desse chamado e cada dia parece mais evidente que eu nasci para ser Padre. Não me vejo fazendo outra coisa.


P. Para o senhor, o que é ser padre?

R. Ser Padre é responder ao Chamado de Jesus: vem e segue. Eu farei de você um pescador de homens, mulheres, criancas, jovens, idosos e famílias para o Reino de Deus. Ser Padre é levar Deus às pessoas e as pessoas a Deus por meio da proclamação da Palavra, dos Sacramentos. Ser Padre é suscitar no coração humano a fé e alimentar a esperanca.


P. Qual a maior alegria que a vida como padre já lhe trouxe?

R. Várias! Servir a Deus e aos irmãos, ajudar os outros a crescer na fé, constituir fonte de alegria e realização.


P. Qual a maior dificuldade que já enfrentou como padre?

R. O isolamento provocado pela Pandemia, o distanciamento forçado dos fiéis, não poder estar presente quando muitos precisaram de apoio.


P. A comunidade se torna para o padre uma família. O relacionamento com essa família substituta é parecido com o relacionamento com a família de nascimento? No que se parece? No que é diferente?

R. O Padre continua pertencendo a sua familia de sangue e nem deve cortar esses laços. Eles são sagrados. Porém, o exercício do ministério compromete muito a convivencia com a familia sanguinea. A familia espiritual do Padre é a comunidade onde ele serve e reside. Com essa ele passa a maior parte do tempo. Os vínculos são mais vivos e regulares. No meu entender, as duas famílias se complementam. Uma fortalece a outra. Não existe árvore sem raiz e nem folhas sem tronco.


Quer saber mais sobre Padre Paulo? Deixa sua pergunta nos comentários que ele irá responder!

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