Orientações para as eleições 2018

Extrato de folheto da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro


Por Rosângela Branco





Ao refletir sobre candidatos e partidos, você sabe que não pode apoiar quem, de algum modo, defenda valores contrários ao Evangelho. Por isso, verifique se as propostas apresentadas realmente defendem a vida, a família, os pobres, liberdade religiosa, saúde, educação, moradia, geração de renda e o direito a usufruir de um meio ambiente livre de poluição.


Não restrinja sua escolha à questão da segurança no sentido restrito da palavra. Esta, sem dúvida, é uma questão cada dia mais grave. No entanto, é necessário compreender a segurança no horizonte da justiça social, buscando propostas que, entre outros aspectos, se preocupem de verdade com a fome, a falta de trabalho e moradia, as migrações forçadas e a concreta recuperação dos apenados. A segurança tem várias dimensões que precisam ser integradas: social, alimentar e nutricional, sanitária e saúde, ambiental, digital e informática, entre outras.


Não se deixe levar mais pela emoção que pela razão. O voto emocional ou passional, principalmente quanto fruto da decepção e da revolta, pode levar a escolhas das quais nos arrependeremos mais tarde.


Lembre-se de que cargo político não pode ser emprego. Obviamente ninguém vai se apresentar dizendo que deseja lucrar com o cargo. Entretanto, existem sinais que podem ajudar a perceber esta intenção. Se, por exemplo, é alguém que já exerceu alguma função pública, verifique se as atividades desempenhadas foram de ajuda efetiva ao próximo, em especial os mais pobres, com o empenho pela transformação das causas dos sofrimentos, se foram apenas aproveitamento, através de medidas paliativas, ou, pior ainda, clara omissão diante do sofrimento do povo.

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