São Domingos: homem da eucaristia e da comunhão

Mês de Agosto já chegou trazendo muitas comemorações: Dia do Padre, Dia dos Diáconos, Dia de S. João Maria Vianney, Dia dos Pais, Dia de Nossa Senhora da Glória, Martírio de S. João Batista.


Nós que frequentamos a Paróquia de S. Domingos teremos a grata satisfação de celebrar a festa de Nosso querido Padroeiro dia 8 de agosto. Este ano o Tríduo e a festa terão como tema: “S. Domingos, homem da Eucaristia e da Comunhão”.

A temática está em consonância com o Ano da comunhão que Nossa Arquidiocese está vivendo e com o Congresso Eucarístico Nacional que se realizará em Novembro no Recife.


A ocasião é oportuna para refletir sobre a presença real de Jesus na Eucaristia e a participação dos fiéis no Mistério Eucarístico: A Missa é o centro da vida cristã. O contato com o Senhor Eucarístico deve nos levar à comunhão cada vez mais profunda com Deus e com os irmãos, inclusive os mais necessitados e fragilizados no corpo e na alma.


A participação assídua na Missa e a adoração a Jesus na Eucaristia nos leva à comunhão com a Igreja e com seus pastores: O Papa, O Bispo, O Pároco e a comunidade.

S. Domingos de Gusmão conseguiu ser um homem de comunhão. Graças à eucaristia ele se tornou solicito e atento às necessidades da Igreja do seu tempo. Ele iluminou com o seu exemplo e o testemunho de sua vida a sociedade do seu tempo que, como hoje, se encontrava confusa e desorientada.


Inspirados e sustentados pelo seu exemplo sigamos os passos de nosso padroeiro. De fato, comungar significa superar diferenças, promover a paz, a concórdia e reconduzir à fé os afastados e indiferentes. Aprendamos com S. Domingos a amar Jesus na Eucaristia, a viver em comunhão uns com os outros apesar das nossas diferenças, e ajudar a todos que a pandemia dispersou a retomarem o convívio comunitário.


S. Domingos de Gusmão rogai por nós.


Excelente mês de Agosto!


Padre Paulo


“Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (Documento de Aparecida, n°29)


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