Todos os Santos e Finados

Atualizado: 10 de Nov de 2018


Por Rosângela Branco

PASCOM


TODOS OS SANTOS


A tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico em que constavam, inicialmente, as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados pelo testemunho da sua fé. Nestes dias havia missas e orações, para homenageá-los. Em geral eram feitas no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma, por exemplo. Depois, foram levantadas igrejas dedicadas a sua memória nesses mesmos locais.


O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao fato frequente da morte de grupos inteiros de cristãos, assim como ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses e paróquias por onde tinham passado e onde se tornaram conhecidos. Durante as perseguições o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um.


Com o passar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e através destas honras foram reconhecidos e divulgados por todo o mundo.


Inicialmente homenageava-se apenas os mártires, mas depois a prática estendeu-se a cristãos considerados santos nas suas virtudes durante a vida, mesmo não tendo sido canonizados.


FINADOS


Existem também os irmãos falecidos, ainda não salvos, que por uma razão ou outra, caíram no esquecimento, e não são mais lembrados por ninguém; eles nem sempre estão junto ao Pai, e necessitam de nossas preces. Mesmo os religiosos sendo orientados a pedir por suas almas, foi instituído um dia ao ano para que o corpo da igreja realizasse suas orações principalmente por aqueles de quem ninguém lembrava e para os quais ninguém rezava.


O Dia de Finados, ou Dia dos Fiéis Defuntos, momento importante para reflexão e oração, foi definido como 2 de novembro em função de comemorar-se Todos os Santos em 1 de novembro.


Devemos lembrar que por nossos pecados nem sempre estaremos salvos ao morrer, bem como os nossos irmãos já falecidos. Precisamos sim interceder por eles com orações, sacrifícios e caridade, para que se elevem rapidamente e conheçam a graça de Deus.

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